O dia em que NetBeans 6 virou beta

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Hoje foi um dia de cão! Justamente no mesmo dia em que o NetBeans 6 virou beta (já tinha um link escondido que o pessoal do GUJ publicou na semana passada, mas oficialmente mesmo é hoje). A primeira impressão minha foi: “Nossa! Que lento!”. É, demora pra carregar, principalmente a primeira vez. Depois é: “Nossa! Que chique!”. Mudaram a janela incial do NetBeans, parece mais amigável. Aí então vira: “Nossa! Que alívio!”. Porque agora tem gerador automático de getters, setters, construtores baseados em propriedades, equals e hashCode, além de sinalizar erros com uma bolinha vermelha nos arquivos com problemas, e de sinalizar imports e variáveis desnecessárias. Aí finalmente vira: “Nossa! Que bosta!”. Não tente editar o web.xml manualmente e via formulários ao mesmo tempo, não tente inserir e remover jars do projeto várias vezes e não tente descobrir porque que fica mostrando uma bolinha vermelha, porque às vezes não tem erro nenhum.

Claro que é beta, isso pode mudar (ou não). Apesar de não ter me apaixonado pelo NetBeans, gostei dele. Mas quem se apaixonou mesmo foi o fanzoca do java! Segundo ele, o NetBeans é a melhor coisa do mundo depois do próprio Java. Mas isso constrasta com sua própria opinião de que Java é tão fácil que se poderia programar uma aplicação enterprise com apenas o application server, o ant e o vim. Claro que não passa de uma mentira deslavada! Ele vive copiando e colando o build.xml, mas ele nem entende direito o que está nesse arquivo, e se ele estiver no vim e apertar ESC sem querer, ele grita: “Ih! Não tô conseguindo mais digitar!”. Mas fazer o que, né? Cada um acredita no que quer.

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