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Tá achando que manjo de Lisp? Neca de Pitibiriba. Minha experiência com essa linguagem se limitou a apenas um dia de aula de Linguagens de Programação com o Professor Zorzo na UFSCar, que no período em que estudei lá (2002 a 2005) significava das 8h00 às 9h30 e das 10h00 às 11h30; além de um trabalhinho não muito complicado.
Lembro apenas que era uma linguagem com muitos parânteses (não que eu ache isso um problema (eu mesmo uso parênteses como um recurso narrativo onde é apresentada uma idéia paralela enquanto eu deixo a outra em suspensão (reparou que tá chovendo muito nesses dias? Não dá nem vontade de subir a serra no fim de semana))) e que tinha um shell próprio (na época pré-Ruby, uma blasfêmia) e era uma linguagem onde fazíamos manipulações de uma lista encadeada fazendo recursão.
Estaria no ostracismo, não fosse o hype atual em torno das linguagens dinâmicas e na percepção atual de que linguagens funcionais escalam muito bem em arquiteturas multinucleares. Tanto é que a InfoQ mostrou uma experiência de uma empresa que fez sua aplicação web com Common Lisp.
E o que é mais interessante, e eu espero que vocês mantenham a seriedade nesse momento, é que a empresa que fez a aplicação web criou um plugin no Eclipse para desenvolver em Lisp, (mantenham-se sérios!) chama-se (olha lá!) Cusp.
MMMMMMMMM… Cusp?
RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ!!!!!
Cuspe! RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ!!!!!
Cuspe! RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ!!!!!
O cara chega lá na monitor do outro e pergunta: “O que é isso?” E o outro: “Cuspe!” RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ!!!!!
Isso que eu chamo de um programa porco! RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ-RÁ!!!!!
Não, desculpa, me descontrolei.